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Legado das Palavras: André Vianco

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Filhos do Éden - Livro 2 - Anjos da Morte - Verus - Eduardo Spohr

Sinopse:

Quando o século XX raiou, o tecido da realidade, a barreira mística que separa os mundos físico e espiritual, adensou-se. Os novos meios de transporte, as ferrovias e os barcos a vapor levaram o progresso aos cantos mais distantes do globo, pervertendo os nódulos mágicos, apagando o poder dos velhos santuários, afastando os mortais da natureza divina. Isolados no Sexto Céu, incapazes de enxergar a terra justamente pelo agravamento do tecido, a casta dos malakins, cuja função é estudar e catalogar os movimentos do cosmo, solicitou ao arcanjo Miguel a criação de uma brigada que descesse à Haled para pesquisar os avanços da civilização. O príncipe ofereceu o serviço dos exilados, que há milênios atuavam na sociedade terrestre, alheios às batalhas que se desenrolavam no paraíso. Destacados, então, para servir sob as ordens dos malakins, esses exilados foram reorganizados sob a forma de um esquadrão de combate. Sua tarefa, a partir de agora, seria participar das guerras humanas, disfarçados de meros recrutas, para anotar as façanhas militares, as decisões de campanha, e depois relatá-las aos seus superiores celestes. Esse esquadrão tomou parte em todos os conflitos do século XX, das sangrentas praias da Normandia ao colapso da União Soviética. Embora muitos não desejassem matar, era exatamente isso o que lhes foi ordenado, e o que infelizmente acabaram fazendo. Em paralelo às aventuras de Denyel, que se desenrolam cronologicamente de 1944 a 1989, acompanhamos também, no tempo presente, a jornada de Kaira e Urakin em busca do amigo perdido, que caíra nas águas douradas do rio Oceanus, durante a destruição da ilha-fortaleza de Athea em Herdeiros de Atlântida.


O Código Élfico - Fantasy - Casa da Palavra - Leonel Caldela


Sinopse:

A pequena cidade de Santo Ossário esconde muitos segredos. Entre os habitantes, Nicole, uma jovem corajosa, descobre estar ligada aos mistérios da cidade, o que a leva a uma investigação sobre o próprio passado. Seu pai foi um famoso assassino que pertencia à ordem de seguidores de uma deusa oculta, sacrificando inocentes em rituais.
Em Arcádia, um mundo paralelo governado pela deusa, vivem os elfos. Criaturas perfeitas que há milênios sonham em recuperar o poder sobre os humanos.
Finalmente veem a esperança no novo guerreiro Astarte, treinado em arquearia, que deve abrir o portal que liga os dois mundos e exercer o domínio da Rainha sobre a Terra. Astarte, no entanto, é o único que desconhece o seu destino, até o momento de cumprir com a sua sina. Avesso aos interesses do seu povo, o elfo resolve juntar-se aos mortais em Santo Ossário.
Agora, Nicole e Astarte estão ligados a um mesmo propósito: reunir os habitantes da pacata cidade e derrotar os seres místicos que ameaçam dominar o mundo.


A Noite Maldita - As Crônicas do Fim do Mundo - Novo Século - André Vianco

Sinopse:

Quando metade dos seres humanos adormece inexplicavelmente, o que surge é um cenário apocalíptico: prédios em chamas, falta de eletricidade e pessoas desesperadas correndo sem rumo pelas ruas. Nada mais funciona como de costume, e os hospitais ficam lotados com vítimas do que parece ser uma terrível epidemia. Porém, tudo piora quando uma parte dos “adormecidos” desperta com uma sede incontrolável de sangue. Inicia-se então uma guerra de proporções nunca antes registradas, entre humanos e vampiros, naquela que, para sempre, seria chamada de A noite maldita. Ambientado em diversas cidades do Brasil, o livro leva o leitor a um mundo caótico e sombrio, onde a luta pela sobrevivência é constante e qualquer descuido pode ser fatal. Conheça a origem da aclamada saga “O Vampiro-Rei” e descubra como as batalhas entre humanos e vampiros começaram.



No mundo da literatura de ficção nacional um dos nomes mais proeminentes é André Vianco. Não é para menos, autor de um total de 13 livros já publicados e com o próximo já a caminho - As Crônicas do Fim do Mundo - A noite Maldita -, o escritor revelou em seu blog pessoal que está trabalhando também em um livro infantil, “terrorzinho” para as crianças, segundo Vianco. Esse projeto deve ser lançado também em 2013, desta vez pela editora Rocco.

Para quem ainda não sabe o escritor também trabalha com cinema. Sua produtora, intitulada Criamundos, será a responsável pela adaptação cinematográfica do conto A Canção de Maria, publicado na coletânea Geração SubZero. Leia a sinopse pelas palavras do autor:

“O conto narra a vida de um lenhador contemporâneo de Jesus Cristo que mora as margens do rio Jordão quando uma menina grávida bate a sua porta pedindo abrigo. Ezra não poderia dar guarida a grávida por conta de sua religião, mas acaba abrigando essa garota que, dias depois do parto, acaba morrendo, mas volta todas as noites para visitar a filha. É bem sombrio e oldschool, daqueles que dá frio na espinha e tudo. hehehe. Acontece que, por motivos de orçamento, tivemos que adaptar para os dias de hoje. Agora Maria é uma foragida que chega até a propriedade do lenhador nos dias de hoje, com 3 policiais no seu encalço. Ezra reluta, mas esconde a menina grávida e então tudo começa. Terror de primeira, prometo. ^^.”

Caso ainda não tenha assistido nenhum trabalho do autor nesta área, segue abaixo os três vídeos produzidos até o momento.

Saia do Meu Quarto (curta):



A Flor (curta):


O Turno da Noite (teaser):



Para informações mais detalhadas acesse o Blog do Vianco.



Olá, leitores do Legado das Palavras.
Para esta resenha selecionei um livro do autor nacional André Vianco. Aqui no blog já resenhei o livro Os Sete, O Caminho do Poço das Lágrimas e O Caso Laura. Diferentemente de todas essas obras, Sementes no Gelo aborda um tema que tem sido muito discutido nos dias atuais, o uso de embriões congelados. O escritor afirma ter tido a inspiração para escrever o livro ao assistir um telejornal, cuja matéria transmitida era sobre os embriões e a legislação em vários países. Uma vez que em todos os países na ocasião proibiam o descarte dos "ovos" fertilizados, que poderiam vir a se tornar embriões viáveis para um futuro implante nas mães com dificuldade de fertilização natural. O livro possui 174 páginas e foi publicado pela Editora Novo Século, em 2002.

Primeiro vamos conhecer um pouco da trama do livro. A história ingressa no mundo dos espíritos atormentados que não podem reencarnar, como consequência deste fato a grande maioria deles se enfurecem, lançando sua fúria sobre os “vivos” que se cruzam os seus caminhos. Deixando um rastro de morte e ódio. 
“Ao Invés do útero...
     O gelo.
     Ao invés da vida...
     O frio. 
O detetive particular, Tânio Esperança, é contatado por uma antiga amiga, a desesperada Lizete. A mulher procura ajuda, pois vem sendo atormentada por vozes e aparições. As vozes lhe chamam de mamãe e imploram por carinho e conforto.  Ao mesmo tempo, uma onda de assassinatos brutais acontece na região de Osasco, estado de São Paulo. As mortes não tem explicações plausíveis, exceto  rumores que este assassinatos estão sendo causados por crianças.  

Os rumores são fatos. 

As crianças um mal terrível. 

Tânio e Lizete buscam desvendar o mistério . Tânio tem de deixar todo o seu ceticismo de lado e se aprofundar em um mundo escuro e cruel que irá lhe surpreender de um modo singular.  A resolução do caso está relacionada a uma série de assassinatos causado por um sequestrador de crianças, contudo, há também ligação com o surgimento de várias crianças vestidas de preto.
Vianco nos traz um mundo com forte ligação ao espiritismo. Aliado com a ficção sempre presente em suas obras, além da presença marcante do gênero policial. Uma obra ágil que prende o leitor tanto pela história quanto pela habilidade do autor em criar um suspense que capture a atenção do leitor. A história mostra também uma visão fictícia (ou desconhecida, por que não?) sobre o uso de embriões congelados, segundo a história, apesar de estarem em estado de desenvolvimento acinético, aguardando para serem utilizados, este embriões possuem uma alma que se desenvolve. Ainda seguindo história, tais espíritos se revoltam contra os próprios pais e demais assassinos de crianças.

Este livro não merece ser comparado com os demais trabalhos do autor, vejo ele como uma obra que foge dos padrões. Vianco quebra alguns paradigmas do gênero inovando um tema frequentemente revisitado como fantasmas e assombrações. O estilo de escrita do autor conhecido e cultuado pelas obras Os Sete e Sétimo estão presentes também neste livro. Para os fãs do autor (assim como eu) é uma parada obrigatória, quanto aos fãs de suspensa e fantasmas, sem dúvidas merece ao menos uma chance de ser lido. Até mesmo pessoas que fogem do gênero talvez possam dar uma chance à obra, uma vez que ela aborda alguns temas bem recorrentes no nosso meio. 


Olá, leitores do Legado das Palavras. Espero que todos estejam bem. Hoje, mais uma vez, vou comentar sobre um livro do autor André Vianco. A obra escolhida da vez é O Caso Laura, seu primeiro romance policial, após uma longa jornada em cenários sobrenaturais. Se quiser você pode conferir as resenhas de Os Sete e O Caminho do Poço das Lágrimas. O Caso Laura foi publicado pela Rocco, possuí 272 páginas e foi lançado no ano de 2011. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

A história apresenta Laura, uma mulher que sofre demasiadamente com as diversas experiências negativas em sua vida, como por exemplo a perda de um ente querido, o divórcio em consequência a tal perda e, além disso, o pai que encontra-se em estado de coma. Claramente depressiva, ela carrega consigo as marcas da doença em sua própria pele; as cicatrizes em seus pulsos entregam sua tentativa de suicídio, sem êxito. Apesar de se mostrar uma pessoa equilibrada, Laura está muito próxima de cometer o ato novamente, entretanto, ela vem sendo tranquilizada pelas conversas diárias com Miguel, um amigo misterioso que se encontra com ela em uma praça, dando-lhe conforto com seus conselhos. Nesse meio tempo, o detetive Marcel é contratado por uma pessoa incógnita. O preço? Muito além do que seus serviços valem. O serviço? Investigar o misterioso amigo de Laura. Imerso na investigação Marcel descobre algo que o intriga, várias pessoas misteriosas ao longo de suas investigações possuem algo em comum: o símbolo do infinito, seja em algum objeto ou até mesmo em forma de tatuagem. Isso o intriga e lhe preenche a mente com questões como: Quem é Miguel? Quem é o contrante de Marcel? O que significa o símbolo do infinito para aquelas pessoas? 

Mas, claro, as respostas, somente lendo para descobrir. Garanto que não irão se arrepender. O livro outros personagens na história que fogem deste núcleo citado,  e eles são bem desenvolvidos, se interligando ao núcleo principal, colaborando para que a trama seja conduzida de forma empolgante e fazendo com que ela mantenha o suspese. No decorrer das páginas encontramos ação, drama e suspense, aplicados ao enredo excelentemente bem. Muitas pessoas ficaram com o pé atrás, na época do lançamento - ao que notei -, pelo fato de ser um livro policial e não de terror/sobrenatural, normalmente escrito por Vianco. Bem, posso apostar que muitos queimaram as línguas. A história vai te deixando cada vez mais ansioso pelo desfecho final que, sim, é surpreendente. Um investigação que leva o leitor a lugares claustrofóbicos e, talvezm, à uma compreensão de sentimentos acerca de família, além de uma história sobre depressão profunda, esperança e superação da doença. Sem dúvidas, mais uma obra de André Vianco recomendadissíma.


Olá, leitores do Legado das Palavras.
Espero que todos estejam bem e ávidos por mais uma resenha e dica de leitura. Hoje, retiro da minha estante, um livro do qual eu tenho muito carinho no por ele, chamado O Caminho do Poço das Lágrimas, lançado em 2008 pela editora Novo Século, e conta também com ilustrações de Lese Pierre, que, ao lerem, irão comprovar o quanto elas contribuem para o tema mais gótico do livro. O autor é André Vianco, que, caso não saibam, é um dos escritores que mais gosto e admiro. Inclusive já resenhei um livro dele aqui no blog. Clique aqui para conferir a resenha que fiz de Os Sete.
Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

- Não me lembro daqui - disse Ingrid. - Na verdade... eu nunca passei por aqui na minha vida.
- E sabe o que me deixa mais triste, mana? É que eu tô morrendo de sede e até agora não vi um venda e também não vi lugar nenhuma onde pudéssemos tomar água. Já estou ficando doido.
-Vamos andar. Ainda não chegamos. Quando chegarmos, teremos água, comida, conforto, tudo isso.
- Você está falando isso desde que entramos no carro, pai. Não quer parar nunca. Parece que não curte ficar com a gente!
- E a mamãe? Por que ela não ligou? Por que não pede pra ela vir buscar a gente?
Jonas não sabia o que responder para a filha. Não queria mentir, mas também não queria contar a verdade, que ainda era nebulosa em sua mente e, com toda a certeza, soaria sombria aos filhos. 

Na trama, Jonas retornava de uma viagem com os filhos, Ingrid e Bosco e, aparentemente, ele acaba se perdendo no caminho. Na manhã seguinte acordam em um local totalmente diferente de onde pretendiam chegar na noite anterior, um luga vaso campo verdejante, onde existe apenas uma passagem feita de pedras, uma caminho sombrio em direção à uma floresta escura. Os três perdidos e ainda aturdidos pelo acontecimento, partem para a única opção que lhes resta. Jonas não sabe dizer onde estão e, muito menos, é capaz de falar que tudo ficará bem.  O carro em que viajavam desapareceu misteriosamente, Bosco está com sede; Ingrid está com pressa; e Jonas tem medo de saber o que de fato aconteceu. Os três rumam, sem saberem, para  O Caminho do Poço das Lágrimas, onde enfrentarão uma jornada emocionante e reflexiva.

A história, no início, confesso ser uma pouco confusa, mas, calma, ela é confusa até mesmo para os personagens. Perguntas concomitantes surgem ao longo do avanço pelo caminho. Onde estão verdadeiramente? Pra onde este caminho os levará? O que está acontecendo? São questionados bem trabalhados tanto para quem lê quanto para o próprios protagonistas da história. Claro, todas as respostas são encontradas nas páginas do livro, mas não sem prender a atenção total e imergir o leitor em um cenário característico de Vianco, no qual não poderiam faltar monstros de boa índole e criaturas magnificas de personalidades opostas. O livro tem um alto grau de melancolia, tristeza, mas o desfecho final da história é surpreendentemente fantástico e tocante.   

O livro é narrado em terceira pessoa e discorre em forma de fábula. Os personagens são bem construídos, que vão, ao longo da história, cativando o leitor de uma forma simples e singular, principalmente Jonas. No decorrer das duzentas páginas, o leitor irá encontrar várias metáforas e ficará absorto em seus pensamentos, refletindo sobre a vida e morte, sobre o modo de vida levado por muitos nos dias atuais. É uma ótima leitura, relativamente curta, que cada vez mais o leitor se vê preso a ela querendo chegar ao desfecho final, ideal para ler entre um livro e outro. Veja duas ilustrações de Lese Pierre para Bosco e Ingrid:






Olá, leitores do Legado das Palavras.
Vou comentar sobre o excelente livro Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas do autor Raphael Draccon. O livro possui 440 páginas e foi lançado pela editora Leya, é o primeiro volume de uma trilogia, composta pelo segundo livro, Corações de Neve e o terceiro, Círculos de Chuva. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

Conheci o livro enquanto explorava uma livraria, achei a capa simples e o título muito interessante. Na época já havia lido algumas obras do André Vianco e o A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr, cujo comentários sobre Dragões de Éter constam na capa, e foram decisivos na escolha de adquirir e ler a obra de Draccon.

“Raphael Draccon escreve muito, muito bem.”
- André Vianco.

“A obra triunfa em suas metáforas, nos seus diálogos cheios de significado e no sentido de nos fazer ver além da forma, enxergando assim a mensagem. Esperava um livro sobre batalhas de dragões e encontrei um romance muito mais grandioso e profundo.”
- Eduardo Spohr.


Depois de ler estes comentários sobre a obra, de dois autores que dos quais sou fã e apaixonado como sou por histórias de fantasia, comprei, mas apenas o primeiro volume. Eu nunca poderia ter feito escolha melhor. Fiquei extremamente feliz por dois motivos: Primeiro, o livro é excelente, a escrita o desenvolvimento da trama, os diálogos, tudo é muito bem desenvolvido pelo autor. Segundo, o autor Raphael Draccon agregou ainda mais força ao cenário de fantasia nacional, senão abriu muitas portas para novos escritores.

Embora hoje em dia venha numa crescente a literatura fantástica, no Brasil antes não era muito apoiada e difundia como atualmente. 

Então sem mais delongas, vamos ao que interessa. Vamos falar de Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas. Here we go!

A trama da história se passa no mundo de Nova Ether, guardado pelos avatares de fadas-amazonas, os semideuses. Na Era Antiga, o hoje então rei Primo Branford, liderou uma sangrenta Caça a Bruxas. Durante vinte anos construiu a paz em Arzallum. Entretanto, nos últimos tempos vem ocorrendo cada vez mais casos estranhos. Casos que os remetem ao tempo das bruxas. Tempo sombrios.  Uma garotinha vê a avó ser devorada de forma cruel por um lobo. Um casal de irmãos comem qualquer coisa que lhes é oferecido como se fossem doces deliciosos, todos esses acontecimentos ligados à bruxarias. Como se isso não bastasse duas facções criminosas entram em uma guerra entre si, iniciando um desencadeamento de alguns mistérios que envolvem a família real. 

E mudará o mundo.

Dono de um belo estilo de escrita, Raphael Draccon sabe prender o leitor na história, seja descrevendo o mundo, os personagens ou nos diálogos entre eles, além de passar a sensação que a história está sendo contada por alguém, uma espécie de narrador que interage com o leitor. Claro, não poderia deixar de comentar as diversas referências do livro. Entretanto, não vou citá-las, os exemplos acima já servem. As releituras de contos clássicos conseguem nos prender, Draccon mescla alguns contos - famosos -  com sua genialidade e um toque especial. 

Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas cumpre bem o seu papel de deixar o leitor sedento pela continuação, pelo destino do mundo após os acontecimentos narrados e, claro, o futuro dos personagens, muitos tão carismáticos que me fez se apaixonar por eles logo nas primeiras páginas. Raphael Draccon é, sem sombras de dúvidas, um dos nomes mais proeminentes da literatura fantástica nacional e nos apresenta uma obra inteligente e amável.



Confira a mensagem deixada pelo autor, em seu blog:

"Olá.

1 boa notícia e 1 má notícia.

O livro mais esperado de 2012 só sairá em 2013. :/

O livro novo ficou lindo e imenso, com mais de 700 páginas, e está gerando uma séria de trabalho para a Editora Novo Século. Como eu mesmo tratei de uma primeira revisão, cuidando da coerência do universo apresentado no livro que está todo encadeado com a saga “O vampiro-rei”, acabou ficando um pouco tarde para conseguirmos publicar o livro agora em final de outubro ou começo de novembro, o que gera uma demora chata para o lançamento já que editoras e livrarias não lançam material novo em dezembro. Bem, apesar dos bicos, das queixas e da ira de meus leitores, infelizmente este post vem com a missão cruel de informar que o novo livro só será lançado em janeiro de 2013.

Bem vindo ao blog Legado das Palavras. É com imenso prazer que hoje estreia a coluna de resenhas do blog. Espero que aproveitem ao máximo as recomendações. Caso queiram expressar suas opiniões ou deixar alguma sugestão, ou qualquer outra coisa, basta enviar um comentário ou email para o blog. A primeira resenha é de um livro que gosto muito, do autor André Vianco. Lançado em 2000, primeiramente de forma independente, depois pela editora Novo Século, possui 380 páginas.

Vamos ao que interessa