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Legado das Palavras: NaNoDiário 02

NaNoDiário 02

By | 15:46:00 Deixe um comentáro

Muitas coisas aconteceram na semana que passou. Algumas boas, outras péssimas — momentos que não desejo a ninguém. Eu me senti perdido, desnorteado, mas me reencontrei com ajuda da escrita. Consegui, através dela, reordenar meus pensamentos. E seguir em frente, obstinado.
Uma das coisas boas de Novembro é o #NaNoWriMo (do qual já falei aqui). Nas últimas duas edições, eu planejei participar, mas não mergulhei de cabeça na proposta. Este ano me empenhei bastante. E algumas das coisas que aconteceram contribuíram muito para que eu me fechasse no quarto escuro, sentasse a bunda na cadeira e enfrentasse a página em branco, dia após dia. Só assim conseguiria não pensar, não sentir repúdio do mundo e não me quebrar.  
Peguei um esqueleto de 11 capítulos, rascunhados em meu caderninho do Jack — rascunho esse, escrito em meados de Junho, no parque Trianon, em São Paulo, mas engavetado com o tempo conseguinte.  Eu sequer sabia como terminaria, mas deixei a história falar por si e me levar através dela. Eu utilizei essa ideia engavetada no #NaNoWriMo.


Caderninho do Jack.

Drama não é meu gênero favorito, mas gosto bastante, porém nunca me arrisquei a escrever algo exclusivamente voltado para ele. O máximo que fiz foi fundi-lo a outros gêneros, sem utilizá-lo como o principal; por conta disso, de arriscar a sair da minha zona de conforto, eu acreditava que não alcançaria a meta de 50.000 palavras escritas. Fiz esse desafio a mim mesmo. .
De fato, ainda não ultrapassei, faltam pouco mais de 5.000 palavras, mas já estou feliz por chegar até aqui. Fui levado pelos acontecimentos da história e descobri os personagens conforme avancei na narrativa. Uma das coisas mais interessantes em escrever é poder ler um livro antes de qualquer outra pessoa no mundo. Em breve, espero que outras pessoas também possam ler essa história, e se emocionem com ela.

Uma foto publicada por Hugo Sales (@hugosales182) em
Primeiro rascunho, não vou chamar de roteiro porque foi escrito porcamente.

O primeiro rascunho talvez seja cinquenta por cento do caminho andado, não sei ao certo, mas posso dizer que não é o livro final. Esses primeiros passos são os mais importantes, quiçá vitais, para todo e qualquer livro, afinal, não é possível trabalhar em cima de algo que inexista.
Eu estou feliz, feliz demais. A escrita é algo que ajuda a superar os momentos difíceis.   





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